Homem baleado na cabeça em MS morre no Hospital

Junho Alves Fernandes morreu na noite desta segunda-feira; outro homem também foi baleado e segue internado

Junho Alves Fernandes, de 28 anos, morreu na noite desta segunda-feira (26), no Hospital da Vida, em Dourados, depois de ser baleado na cabeça durante um ataque ocorrido no sábado (24), em Naviraí.

De acordo com o TopMídiaNews, outro homem, de 26 anos, também foi atingido na cabeça e permanece internado.

O crime aconteceu na Rua Benigno Pinheiro Cavalcante, no Jardim Paraíso. Segundo informações repassadas à polícia, os disparos teriam sido efetuados por uma mulher de 36 anos, conhecida como “Pinduca”.

Conforme o relato de um enteado de Junho, de 20 anos, ele acordou ao ouvir a mulher dizer que iria matar alguém. Em seguida, houve um disparo dentro do imóvel onde os homens estavam.

Ainda segundo a testemunha, a mulher saiu da residência. Quando Junho e a outra vítima foram até a frente da casa para fechar o portão, a mulher teria efetuado novos disparos, atingindo os dois. Depois do ataque, ela fugiu em um veículo.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e encontrou as vítimas caídas, uma na calçada e outra no quintal. Os dois receberam os primeiros atendimentos e foram levados ao Hospital Municipal de Naviraí, de acordo com o site MS em Foco.

Devido à gravidade dos ferimentos, Junho e a outra vítima foram transferidos em vaga zero para o Hospital da Vida, em Dourados. Junho não resistiu e morreu na noite de segunda-feira.

Suspeita foi presa pela Força Tática

Segundo informações policiais, o ataque teria sido motivado por um desentendimento anterior em uma conveniência, envolvendo a suspeita, Junho e a companheira dele.

A Força Tática localizou a suspeita ainda na tarde de sábado. Ela foi encaminhada à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Naviraí, onde foi autuada em flagrante.

A mulher também responde pelo assassinato de Fábio Messias de Oliveira, filho de um ex-vereador de Naviraí. O crime ocorreu em 4 de março de 2023, quando Fábio foi morto a tiros.

Na ocasião, depois de ser apontada pelas investigações como suspeita, a mulher se apresentou à delegacia no dia seguinte, acompanhada de um advogado, e confessou o homicídio. Ela alegou que sofria ameaças de morte por parte da vítima.