A vítima apresenta sinal de esganadura no corpo
Uma mulher, de 34 anos, foi encontrada morta pela própria mãe no final da manhã deste sábado (29), em uma casa na Rua Brasil Central, próxima à Avenida Júlio de Castilho, em Campo Grande. Ela pode ter sido vítima de feminicídio.
Apesar de ainda não ter sido confirmado como ocorreu a morte da mulher, as informações preliminares indicam que a vítima apresenta sinal de esganadura; assim, a hipótese de feminicídio foi levantada.
Ela foi encontrada pela própria mãe, após não responder às mensagens encaminhadas. Assim, a mãe colocou uma escada no muro da residência e pulou; foi quando encontrou a vítima já sem vida em um cômodo da casa. Assim, a PM (Polícia Militar) foi acionada.
O óbito foi confirmado por uma equipe da URSA do Corpo de Bombeiros. Equipes da Pax estão no local; inclusive, a suspeita é que a vítima tenha morrido ainda na noite de sexta-feira (28); no entanto, as informações estão sendo confirmadas pelas autoridades no local.
📍 Onde buscar ajuda em MS
Em Campo Grande, a Casa da Mulher Brasileira está localizada na Rua Brasília, s/n, no Jardim Imá, 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana.
Além da Deam, funcionam na Casa da Mulher Brasileira a Defensoria Pública; o Ministério Público; a Vara Judicial de Medidas Protetivas; atendimento social e psicológico; alojamento; espaço de cuidado das crianças – brinquedoteca; Patrulha Maria da Penha; e Guarda Municipal. É possível ligar para 153.
☎️ Existem ainda dois números para contato: 180, que garante o anonimato de quem liga, e o 190. Importante lembrar que a Central de Atendimento à Mulher – 180 é um canal de atendimento telefônico, com foco no acolhimento, na orientação e no encaminhamento para os diversos serviços da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o Brasil, mas não serve para emergências.
As ligações para o número 180 podem ser feitas por telefone móvel ou fixo, particular ou público. O serviço funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, inclusive durante os fins de semana e feriados, já que a violência contra a mulher é um problema sério no Brasil.
Fonte: Midiamax






